Araguaína, 31/10/2014 - 10:34 hs       |       ANUNCIE AQUI    |    EXPEDIENTE

Anterior

MBA em Direito Civil e Processual Civil da FGV chega ao Tocantins

18/07/2013

Anterior

Próxima

Jovem mãe dá à luz ao relento na Feirinha em Araguaína

18/07/2013

Próxima
    em 18/07/2013 às 10:59 h

    Taxa de sobrevivência de empresas em Araguaína é a maior do TO, aponta Sebrae



     Foto: Divulgação 

    Vista parcial da Marginal Neblina em Araguaína

    Estudo de Sobrevivência das Empresas, realizado pelo Sebrae, revelou que o Tocantins é o segundo Estado  da Região Norte que apresenta a maior taxa de sobrevivência das empresas. E entre as cidades tocantinenses, Araguaína se destaca com maior índice de empresas que permanecem no mercado. Na cidade, a cada 100 empresas abertas, 81 permanecem no mercado em até dois anos após sua abertura. Esta taxa corresponde 81%, ultrapassando a taxa da capital Palmas (71%).

    Divulgado este mês, o estudo mostra que no Tocantins, a cada 100 empresas abertas, 74 permanecem em funcionamento com até dois anos. Entre as empresas abertas de 2005 a 2007, houve um crescimento de 5,6% taxa de sobrevivência. Em 2005, a taxa era 68,5%; em 2006 de 73,7%; e 2007 de 74,1%. No Brasil, a proporção é de cada 100 empresas criadas, 76 sobrevivem aos dois primeiros anos de vida.

    Essa taxa, em crescimento nos últimos anos, mostra uma melhor capacidade das micro e pequenas empresas para superar dificuldades nos primeiros dois anos do negócio. Nesse período inicial, a empresa ainda não é conhecida no mercado, não possui carteira de clientes e, muitas vezes, os empreendedores ainda têm pouca experiência em gestão.

    A superintendente do Sebrae Tocantins, Márcia Rodrigues, destaca que, para esse período inicial, existem algumas ações para permanecer no mercado e solidificar a empresa, como preparação adequada e educação empreendedora. Para ela, esses dois anos iniciais são fundamentais para o empresário identificar como se desenvolve o ciclo de seu negócio e o comportamento do cliente.

    Além de oferecer consultorias, treinamentos, palestras, seminários, eventos, publicações, entre outros serviços, muitos deles gratuitos, o Sebrae destaca algumas dicas para sobrevivência das empresas, como sempre fazer planejamento, respeitar capacidade financeira e não misturar as finanças da empresa com as pessoais.

    Região Norte

    A Região Norte possui a menor taxa de sobrevivência do país com 68,9%. Ela é composta por 71,1% da sobrevivência da Indústria, 74,4% de sobrevivência do comércio, 56,3% da construção civil, 58,9% da sobrevivência das empresas do setor de serviços. O Tocantins está em segundo lugar na Região Norte com 74,1%, ficando atrás apenas de Rondônia (78%).

    Neste sentido, a taxa de mortalidade vem caindo e registrou 26% neste estudo. Nas empresas nascidas em 2007 no Estado, verifica-se que a maior taxa de sobrevivência foi registrada no setor de comércio (80,1%), seguido pela taxa da indústria (70,8%), pelos serviços (62,9%) e pelo setor de construção (60%). O Tocantins está entre as 18 unidades da federação que apresentou aumento da taxa de sobrevivência.

    Palmas é a segunda capital da Região Norte com a maior taxa de sobrevivência (71%) ficando atrás apenas da capital Boa Vista (72,1%) e ocupa entre as capitais o 10º lugar entre os estados. O estudo aponta que das 818 empresas criadas em 2007 em Palmas, 581 permaneceram até dois anos após sua abertura ou permanecem ativas atualmente.

    Dez dicas para a sobrevivência da empresa:

    1) Planeje-se sempre;

    2) Respeite sua capacidade financeira;

    3) Não misture as finanças da empresa com as pessoais;

    4) Fique de olho na concorrência;

    5) Prospecte novos fornecedores;

    6) Tenha controle do seu estoque;

    7) Marketing não se resume a anúncio, invista em outras estratégias;

    8) Inove, mesmo que seja um produto/serviço de sucesso;

    9) Invista sempre na formação empresarial;

     

    10) Seja fiel aos seus valores e ao do seu negócio.



    Deixe seu comentário




    Link:



      Publicidade  
    Colunistas
    Saiu rachado da eleição?
    Por Luiza Helena